Queima de estoque neste sábado (27) terá sessão de fotos com Emicida

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Fãs poderão tirar foto com Emicida neste sábado durante a queima de estoque (foto: Eric Ruiz Garcia)

Preparando grandes novidades para a chegada de uma nova coleção no final do ano, a Laboratório Fantasma aproveita o mês de agosto para limpar as prateleiras.

Neste sábado (27), acontece na sede da gravadora uma queima de estoque com presença de Emicida.

Além de tirar uma foto e pegar um autógrafo do dono do selo, os fãs poderão aproveitar peças a partir de R$ 10 e CDs a partir de R$ 2.

Confira abaixo ensaio com peças Laboratório Fantasma

Queima de Estoque Lab com sessão de fotos com Emicida

Rua Conselheiro Moreira de Barros, 1078, Santana, SP.

Das 14h às 18h (atendimento garantido para as 250 primeiras pessoas com entrega de senha 30 minutos antes do início)

Dia dos Namorados pra todo mundo! parte 5: Carol e Camila; confira ainda o minidoc “Lab Envolvidão”

O amor de Camila e Carol nasceu com um beijo no Carnaval (foto: Moysah Conceição)

O amor de Carol e Camila nasceu com um beijo no Carnaval (foto: Moysah Conceição)

É hoje <3!

Na última quinta-feira (09) a gente estreou por aqui uma série para celebrar o Dia dos Namorados, mas de um jeito diferente: a nossa ideia era falar de histórias de amor que normalmente não têm voz.

Passaram por aqui a Maria Rita e o Bernardo, o Rafael e o Ygor e a Anna e a Maya. Contamos também a história do Eric e da Gabriela. E agora, encerrando a série, aqui embaixo você confere a da Carol e da Camila.

Mas antes, em homenagem a todos os casais, gays e héteros, a gente preparou um minidoc que traduz exatamente o nosso sentimento neste domingão. Toda forma de amar vale a pena, afinal, é Dia dos Namorados pra todo mundo!

 


 

Por: Carol Patrocinio

Carol e Camila

Quando a gente se nota diferente dos outros a primeira coisa que faz é negar. Não queremos ser diferentes, queremos fazer parte, ser aceitos e respeitados. Quando Camila notou que se interessava por meninas foi assim: “Eu queria muito, mas quando aconteceu me senti mal. Aquela coisa de pensar na família, na igreja, em não ir pro céu…”

Mas essa negação só existe enquanto a pessoa certa não aparece na nossa frente com um sorriso que nos desmancha. Quando isso acontece a gente esquece de tudo e as coisas começam a se encaixar. Talvez não éramos nós os diferentes, mas as coisas é que estavam nos lugares errados. Quando o amor acontece todo mundo ao redor entende e quem quer destruir o amor visto assim de pertinho?

Foi no primeiro beijo que elas tiveram certeza: era mais do que amizade. “Aquela coisa de Carnaval, né? E de repente rolou um beijo. E aí parou. Eu só falei ‘nossa’. Fiquei com aquilo na cabeça e entendi que não era só amizade, não era uma coisa besta”. Até as mães, que antes não aceitavam muito bem a orientação sexual das filhas, passaram a enxergar a verdade naquele amor e a entender que a felicidade era muito grande.

“Amor é o que a gente vive, o nosso dia a dia, as nossas crises… É a conquista que eu tenho ao lado dela, de um relacionamento mais maduro. É vê-la chegar do trabalho toda linda, toda maravilhosa…”, diz Camila. E Carol completa: “São milhares de coisas e as vezes é uma só. É olhar e o olho brilhar. É olhar e pensar ‘como você é linda! Como eu te amo’. É você poder estar em qualquer lugar e escolher ficar onde está”.

Só que nem só de amor é feita a vida. No mundo real é necessário conviver com as pessoas e vivemos um momento com muitas emoções afloradas. “Ser uma mulher lésbica hoje é resistência. Eu tinha muita esperança com os projetos de lei e hoje em dia eles sumiram, só têm coisas que vão regredir. Dá medo. Cada dia mais medo e falta de esperança”, diz Carol.

Mesmo com todas as dificuldades as duas não desistem. Elas se amam, resistem e nos ajudam a mudar um pouquinho o mundo com sua doçura.

 

 

Dia dos Namorados pra todo mundo! parte 4: Gabriela e Eric

Na nossa série em homenagem ao Dia dos Namorados, agora é a hora de conhecer a história do Eric e da Gabriela.

Quem chegou agora provavelmente não sabe que, aproveitando a data, a gente teve a ideia de celebrar o amor de um jeito diferente: contando não só histórias que a gente está mais acostumado a ver, como a deles, mas também falando de algumas que normalmente não têm voz.

Na quinta (09), estreamos com a da Maria Rita e o do Bernardo. Ontem foi a vez do Rafael e do Ygor. Hoje, mais cedo, teve a história da Anna e da Maya.

Amanhã (12), encerrando a série, tem a Carol e a Camila.

Fiquem na sintonia!


 

Por: Carol Patrocinio

 

Gabriela e Eric

Todo mundo fala sobre descobrir-se gay. Mas e quando descobre-se hétero? Para Gabriela foram os olhares: “Eu me sentia atraída pelos olhares dos garotos”. O que mexeu com Eric foi a atração que sentia por meninas e a vontade de estar com elas.

Os dois se conheceram por causa da internet. “Eu vi um projeto social com moradores de rua, fui buscar quem era responsável por ele e era o pai do Eric. Em um feriado eu saí de Atibaia e fui até Osasco para participar. O Eric apareceu e tocaram umas trombetas”. Ele foi passar um tempo fora do país, eles seguiram trocando mensagens e no dia da volta os dois já ficaram juntos.

Quando a coisa é intensa, o tempo corre diferente e não dá para esperar. Foi assim que Eric resolveu pedi-la em casamento com uma tatuagem e no lugar do primeiro beijo: a estação de metrô Pinheiros. “Se ele me pedisse em casamento em um restaurante chique e com um anel na taça de champanhe eu ia engolir a aliança”, diz Gabriela. Para ela é preciso surpreender o outro.

Ela conta como se sentiu antes do pedido: “Quando eu notei que ele ia me pedir em casamento eu sentia uma angústia. É um misto de sentimento: é alegria porque a pessoa que você ama tá decidida a passar a vida com você; e é uma angústia porque a gente vê muita coisa ruim por aí. Será que vai dar certo?”

Na hora em que Gabriela viu que o pedido ia realmente acontecer veio a calma. Ela sabia que estava com a pessoa certa. Para ela, “amor não é um sentimento, é um conjunto de atitudes. Paixão é sentimento, você sente na sua alma. O amor é uma junção de outros sentimentos: paixão, tesão, cuidado, carinho… Da soma dessas coisas surge o amor”. Ver sua vida ao lado daquela pessoa é o amor para Eric. É juntar os sonhos, rever as prioridades e ver o outro crescer junto com você.

Os dois entendem que a intolerância existe com muita força e não entendem porque o amor pode incomodar tanto. “Não tem que ter uma diferença entre casais hétero e casais homossexuais. Por não sentir preconceito a gente acaba não entendendo o que os casais homoafetivos passam”, diz Gabriela. E Eric completa: “É muito tranquilo ser um casal hétero. A gente não sofre preconceito algum. Nós somos duas pessoas brancas, hétero e nunca vamos sentir isso. É normal a gente andar de mãos dadas, mas qual o problema de dois homens fazerem isso? A sociedade tá precisando muito de amor”.

A gente, que acredita no amor, espera que todo mundo possa andar de mãos dadas e ser feliz. Que toda forma de amar tenha espaço e essa mudança começa em cada um de nós.

 

Dia dos Namorados pra todo mundo! parte 3: Anna e Maya

O casal Anna e Maya (foto: Moysah Conceição)

Véspera do Dia dos Namorados e seguimos com a nossa série para celebrar a data. Se você está aqui hoje pela primeira vez, a gente explica: queremos comemorar o amor, mas de um jeito diferente; vamos falar de histórias afetivas que normalmente não têm voz.

Na quinta (09), estreamos com a da Maria Rita e o do Bernardo. Ontem foi a vez do Rafael e do Ygor. E agora, abaixo, você conhece a história da Anna e da Maya.

Ainda hoje, mais tarde, tem o Eric e a Gabriela. Amanhã (12), encerrando a série, tem a Carol e a Camila. Fiquem na sintonia!


Por: Carol Patrocinio

Anna e Maya

Foi com um trabalho acadêmico que Anna entendeu o que acontecia por dentro. Ao estudar o universo LGBT ela entendeu que se encaixava ali muito melhor do que em qualquer outro lugar. Já Maya é a filha caçula de uma família em que uma das irmãs casou cedo e teve fihos e a outra se tornou freira. Olhar para a própria sexualidade não era uma tarefa fácil: “Eu não tinha noção se eu tinha capacidade ou força de enfrentar aquilo”.

Anna primeiro precisou entender que o que ela sentia não era passageiro: “Não é só uma questão de atração física, é sentir amor por outra pessoa. Se fosse só um tipo de fetiche, mas não era, era amor”. Maya teve que olhar para dentro com coragem: “Quando eu entendi quem sou eu, respeitei e aceitei isso, todas as batalhas se tornaram ainda mais fortes porque eu podia desistir de tudo, menos da minha felicidade”. 

Os caminhos das duas se cruzaram em um festival de música e com ajuda de um aplicativo de relacionamentos. Elas não se encontraram lá, mas passaram a semana seguinte trocando mensagens. Pouco tempo depois do primeiro encontro, as duas já estavam namorando.

A palavra que define o relacionamento de Maya e Anna é parceria. “A gente tem sido muito companheira mesmo. Eu tenho certeza de que posso contar com ela pro que precisar. A gente tá criando essa parceria pra vida mesmo. Vamos juntas viver o que for”, diz Maya. “Se eu não tivesse ela comigo hoje eu não estaria com tanta garra. Ela tá do meu lado o tempo todo dizendo que vai dar certo e eu nunca tive esse tipo de apoio, ela é a primeira pessoa que diz ‘eu confio muito em você’”, complementa Anna. 

Anna conta que no meio em que elas vivem não sentem preconceito de nenhum tipo, mas que sabe que essa é uma bolha. “Mas uma hora eu vou sentir. Parece que as pessoas estão cada vez mais intolerantes e raivosas. Eu tenho muito medo de alguém fazer alguma coisa com a gente. Maya vê sua sexualidade como enfrentamento – “porque a gente tem que enfrentar olhares, comentários e questionamentos diretos ou indiretos” – e resistência – “eu não vou soltar da mão dela porque alguém questiona a minha vida”.

A força elas encontram no amor, uma na outra. “Amor é olhar para ela e enxergar o futuro”, diz Anna. “Existe um desejo em mim em estar com ela por muito tempo. E se existe esse desejo é porque existe amor”. Para Maya, o amor é impossível de ser medido ou exemplificado, mas que ele é a construção diária. “A paixão é aquela coisa que aconteceu no primeiro encontro, essa coisa que acende. E o amor é construído no dia a dia, quando você vai conhecendo essa pessoa e quer construir algo com ela”.

 

 

Dia dos Namorados pra todo mundo! parte 2: Rafael e Ygor

O casal Rafael e Ygor (foto: Moysah Conceição)

 

O Dia dos Namorados já é neste domingo e a gente quer celebrar a data e o amor, mas de um jeito diferente: vamos falar de amor entre pessoas a quem ninguém nunca dá voz. Ontem, estreamos a série com a história da Maria Rita e do Bernardo (clique aqui pra ler).

Hoje é a vez do Rafael e do Ygor. E até domingo você ainda vai conhecer as histórias da Anna e da Maya, da Carol e da Camila e do Eric e da Gabriela.


 

Por: Carol Patrocínio

Rafael e Ygor

O primeiro contato entre Rafael e Ygor foi na fila de uma balada. Rafael tinha machucado e nariz e estava usando um curativo quando Ygor se aproximou, fez carinho em seu nariz e perguntou sobre o machucado. Os dois nunca mais se largaram.

Em poucos meses os dois já estavam morando juntos e dividiam não só a vida dali pra frente, mas os obstáculos da infância e adolescência: descobrir-se gay em famílias evangélicas e vivendo na periferia.

“Eu não me aceitava”, diz Ygor. Ele conta que a religião o aprisionava tanto que uma ideia frequente, inclusive compartilhada por Rafael mesmo antes dos dois se conhecerem, era “vou curtir esse momento o máximo que eu puder e ai quando eu tiver uns 40 anos eu peço perdão e vou pro céu”.

Para Rafael, a sexualidade influencia em tudo na vida das pessoas. Desde a escolha da profissão até a maneira de se relacionar com o mundo. “A minha vida não gira em torno da minha sexualidade, mas ela tem uma representação muito grande. Se eu não fosse gay minha vida seria totalmente diferente”.

Uma das coisas que seriam diferentes na vida dos dois é a possibilidade de demonstrar sentimentos sem ter medo. Ygor tinha medo de andar de mãos dadas pelas ruas, por exemplo, mas Rafael o ajudou a entender que não há nada errado naquilo. A somatória de preconceitos sofridos o tornou mais forte. “Você é evangélico, é gay, é filho de nordestino… Eu sei como o preconceito dói. Mas é graças a ser gay que eu sou quem sou hoje: um cara bom caráter que luta pelo ser humano”.

O objetivo dos dois é não tratar intolerância com mais intolerância. Eles acreditam no amor e na educação. A liberdade vem daí. “Amor é liberdade. Ele é bom pra mim porque eu amo o Rafa e é bom sentir amor por ele”, diz Ygor. “Quando eu penso em amor, a primeira coisa que me vem à mente são pessoas. Amor é o que eu sinto pelo ser humano. É esse sentimento que me move”, completa Rafael.

 

 

“MM3″, do Metá Metá, chega às plataformas de streaming

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Kiko Dinucci, Juçara Marçal e Thiago França (créd. Divulgação)

 

Hoje tem Metá Metá no Circo Voador e também no seu smartphone: a partir de agora o mais recente álbum do trio, “MM3″, está disponível em todas as plataformas de streamings e lojas digitais, com distribuição da Laboratório Fantasma.

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SOBRE O DISCO

Em “MM3″, o Metá Metá apresenta um novo caminho, com fortes influências da África do Norte, de países como Marrocos, Etiópia, Niger e Mali. “MM3″ foi gravado ao vivo em dois dias e traz em sua sonoridade muita flexibilidade, dinâmica e improvisação, procurando ser fiel à sensação de êxtase, catarse e transe que o grupo transmite em seus shows.

“MM3″ conta a colaboração dos músicos Marcelo Cabral (baixo) e Sergio Machado (bateria) e apresenta canções em parcerias com compositores como Rodrigo Campos e Siba.

 

 

Leia mais notícias

O que é o Laboratório Fantasma?

Acima de tudo, o Laboratório Fantasma é um coletivo de amantes de arte urbana, fãs de hip hop que optaram por aplicar em suas vidas a seguinte frase de Confúcio: “Escolha um trabalho que você ama e não terá que trabalhar um dia na vida”. Sob essa filosofia, canalizamos nosso amor e conhecimento com a intenção de dar o melhor para ver a história sendo feita e obviamente fazendo parte dela.

 

 

Ao longo do tempo, não foram poucas as vezes em que ouvimos essa pergunta. Com a rapidez com que as coisas foram acontecendo, muitas vezes era até difícil responder.
Nascida em 2009 como um coletivo batizado de Na Humilde Crew -, a firma começou vendendo de mão em mão camisetas produzidas artesanalmente. Hoje, a Laboratório Fantasma tem uma bem-sucedida banquinha nos shows e uma grande loja virtual, que responde por uma parcela importante do faturamento da empresa. Referência em merchandising de artistas, já fez parcerias com nomes como Caetano Veloso, Criolo, Ogi e Mão de Oito.

Muita coisa mudou desde o nascimento da empresa, mas a essência não: acima de tudo, o Laboratório Fantasma é um coletivo de amantes de arte urbana, fãs de hip hop que optaram por aplicar em suas vidas a seguinte frase de Confúcio: “Escolha um trabalho que você ama e não terá que trabalhar um dia na vida”. Sob essa filosofia, canalizamos nosso amor e conhecimento com a intenção de dar o melhor para ver a história sendo feita e obviamente fazendo parte dela também.

Depois das camisetas artesanais, vieram mixtapes, videoclipes, eventos, turnês etc., sempre em esquema “faça você mesmo”. Em 2012, Rael se juntou a Emicida como artista exclusivo da empresa.
Em 2013, depois de muitos eventos produzidos pelo Brasil, a Laboratório Fantasma idealizou seu primeiro grande show: Cidadania nas Ruas, levando 30 mil pessoas ao parque Ibirapuera para ver Caetano Veloso, Tom Zé, Baby do Brasil, Tulipa Ruiz, Marcia Castro, Emicida, Rael, Ellen Oléria e Flora Matos.

Em 2014 a empresa, além de realizar turnês pelo exterior, trouxe artistas ao Brasil, como Valete (Portugal) e Akua Naru (EUA/ALE). Em dezembro, para celebrar seus cinco anos de existência, a Laboratório realizou a primeira edição do festival Ubuntu, com Boogarins, Féfé, Akua Naru, Céu, Rael e Emicida. Bem-sucedido, o evento já tem segunda edição garantida.
Em 2015, foi a vez de entrar em novos ramos de atuação: o lançamento digital do novo trabalho do cantor Chico César, “Estado de Poesia”, do álbum Encarnado (2014), de Juçara Marçal, e de toda a obra do grupo Metá Metá, além da venda de shows de Kamau e artistas internacionais.

ARTISTAS

Clique na imagem e saiba mais sobre eles.

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Agenda

Em breve, mais shows!

Shows Anteriores

DataArtistaCidade/EstadoLocalConfirme presençaCompartilhe
19 mai 2016 Emicida Porto Alegre, RS ( BRA ) Bar Opinião
Bar Opinião Veja +
17 mar 2016 Rael e Kamau Porto Alegre, RS ( BRA ) Bar Opinião
Bar Opinião Veja +
13 mar 2016 Emicida São Paulo, SP ( BRA ) Autódromo de Interlagos
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12 mar 2016 Rael São Paulo, SP ( BRA ) Cine Joia
Cine Joia Veja +
06 mar 2016 Emicida São Paulo, São Paulo ( BRA ) Sesc Belenzinho
Sesc Belenzinho Veja +
05 mar 2016 Emicida São Paulo, São Paulo ( BRA ) Sesc Belenzinho
Sesc Belenzinho Veja +
04 mar 2016 Emicida São Paulo, SP ( BRA ) Sesc Belenzinho
Sesc Belenzinho Veja +
20 fev 2016 Emicida Presidente Prudente, SP ( BRA ) Sesc Thermas
Sesc Thermas Veja +
09 fev 2016 Emicida Recife, PE ( BRA ) Polo Casa Amarela
Polo Casa Amarela Veja +
08 fev 2016 Emicida Recife, PE ( BRA ) Polo Mustardinha
Polo Mustardinha Veja +

PROJETOS

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Rumos da Música 2011   Emicida - The Creators Project Cidadania nas Ruas - 2013 Rael - Diversoficando Festival Ubuntu 2014

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